quinta-feira, 29 de setembro de 2011

RESUMO – O ALIENISTA

Simão Bacamarte é o protagonista, médico conceituado em Portugal e na Espanha, decide enveredar-se pelo campo da psiquiatria e inicia um estudo sobre a loucura e seus graus, classificando-os. Instalou-se em Itaguaí, onde funda a Casa Verde, um hospício, e abastece-o de cobaias humanas para as suas pesquisas. Passa a internar todas as pessoas da cidade que ele julgue loucas; o vaidoso, o bajulador, a supersticiosa, a indecisa, etc. Costa, rapaz pródigo que dissipou seus bens em empréstimos infelizes, foi preso por mentecapto. A prima de Costa que intercedeu pelo sobrinho também foi trancafiada. O mesmo acontece com o poeta Martim Brito, amante das metáforas, internado por que se referiu ao Marquês de Pombal como o dragão aspérrimo do Nada. Nem D. Evarista, esposa do Alienista escapou: indecisa entre ir a uma festa com o colar de granada ou o de safira. O boticário, os inocentes aficionados em enigmas e charadas, todos eram loucos. No começo a vila de Itaguaí aplaudiu a atuação do Alienista, mas os exageros de Simão Bacamarte ocasionaram um motim popular, a rebelião das canjicas, liderados pelo ambicioso barbeiro Porfírio. Porfírio acaba vitorioso, mas em seguida compreende a necessidade da Casa Verde e alia-se a Simão Bacamarte. Há uma intervenção militar e os revoltosos são trancafiados no hospício e o alienista recupera seu prestígio. Entretanto Simão Bacamarte chega à conclusão de que quatro quintos da população internada eram casos a repensar. Inverte o critério de reclusão psiquiátrico e recolhe a minoria: os simples, os leais, os desprendidos e os sinceros. O alienista, contudo, imbuído de seu rigor científico percebe que os germes do desequilíbrio prosperam porque já estavam latentes em todos. Analisando bem, Bacamarte verifica que ele próprio é o único sadio e reto. Por isso o sábio internou-se no casarão da Casa Verde, onde morreu dezessete meses depois. Apesar do boato de que ele seria o único louco de Itaguaí, recebeu honras póstumas.
                                                                                     


Temática

A temática do livro bem interessante, porque O Dr. Simão começa a internar pacientes alegando que eles são loucos, mais no fim do livro ele reconheçe que o único louco, era ele e se condenou a própia internação... E acabou morrendo alguns dias ( meses depois )...
leitor a uma eterna reflexão sobre os limites entre a insanidade e a razão; o poder da palavra, a loucura da ciência e as relações estabelecidas na sociedade do período. O texto questiona o poder das teorias científicas evolucionistas, positivistas e sócio-darwinistas trazidas da Europa que, naquele momento, indicariam as respostas para todos os males daquela civilização em busca do progresso. 

Critica
No livro ‘O alienista’ do escritor Machado de Assis nos mostra relações entre a mente normal e o anormal da que o Dr. Bacamarte alega. Mais em fim o livro mostra e reconhece quem em fim nenhum de seus pacientes são loucos, mas enfim o Doutor Bacamarte é o único louco, e ele mesmo se condenou a internação.
O Doutor Bacamarte de mostra que toda sua ciência é pela base da razão.

O Alienísta (JÉSSICA)

O Alienísta


O Alienista é uma célebre obra literária do escritor brasileiro Machado de Assis. Para alguns especialistas, trata-se de uma novela, outros o consideram um conto. A maioria dos críticos porém, considera a obra um conto mais longo, por causa da sua estrutura narrativa.
Publicado em 1882, quando aparece incorporado ao volume Papéis Avulsos, havia sido publicado previamente em A Estação (Rio de Janeiro), de 15 de outubro de 1881 a 15 de março de 1882. É a base para o tipo de conto brasileiro que viria a seguir, assim como peça fundamental do Realismo. Para muitos, é considerado como o primeiro romance brasileiro do movimento realista. Uma frase dita por Machado de Assis: "Se você não é um homem, então, não tem palavras o suficiente para falar a respeito de outros homens...".

A TEMÁTICA


A temática de Machado envolve desde o uso de citações referentes a eventos de sua época até os mais intricados conflitos da condição humana. É capaz de retratar desde relações implicitamente homossexuais e homoerótico, como no conto "Pílades e Orestes", até temas mais complexos e explícitos como a escravidão sob o ponto de vista cínico do senhor de escravos, sempre criticando-o de forma oblíqua. Sobre a escravidão, Machado de Assis já havia tido uma experiência familiar, quer por seus avós paternos terem sido escravos, quer porque lia os jornais com anúncios de escravos fugitivos. Em seu tempo, a literatura que denunciava crenças etnocêntricas que posicionavam os negros no último grau da escala social era distorcida ou tolhida, de modo que este tema encontra uma grande expressividade na obra do autor. A começar, as Memórias póstumas de Brás Cubas narra o que seria uma das páginas de ficção mais perturbadoras já escritas sobre a psicologia do escravismo: o negro liberto compra seu próprio escravo para tirar sua desforra.

CRÍTICA
Em sua História da Literatura Brasileira, José Verissimo dedica-se a um capítulo inteiro para tratar de Machado de Assis e lhe separa duas fases de sua obra: uma ligada à escola romântica (ou aos convencionalismos da época) e outra realista. Os romances da primeira fase seriam Ressureição (1872), A mão e a Luva (1874), Helena (1876), Iaiá garcia (1878), enquanto que os da segunda seriam todos os outros restantes de sua carreira, Memória Póstumas de Brás Cubas (1881), Quincas Borbas (1891), Dom Casmurro (1899), Esaú e Jacó (1904) e Memorial de Aeris (1908), pertencentes ao Realismo. Embora esta divisão seja ortodoxa entre os acadêmicos, o próprio Machado escrevera numa apresentação de uma reedição de Helena que este romance e os outros de sua fase "romanesca" possuíam um "eco de mocidade e fé ingênua."

O Alienísta(LUZIMARA)

O Alienista é uma célebre obra literária do escritor brasileiro Machado de Assis. Para alguns especialistas, trata-se de uma novela, outros o consideram um conto. A maioria dos críticos porém, considera a obra um conto mais longo, por causa da sua estrutura narrativa.
Publicado em 1882, quando aparece incorporado ao volume Papéis Avulsos, havia sido publicado previamente em A Estação (Rio de Janeiro), de 15 de outubro de 1881 a 15 de março de 1882. É a base para o tipo de conto brasileiro que viria a seguir, assim como peça fundamental do Realismo. Para muitos, é considerado como o primeiro romance brasileiro do movimento realista. Uma frase dita por Machado de Assis: "Se você não é um homem, então, não tem palavras o suficiente para falar a respeito de outros homens...".

A TEMÁTICA


A temática de Machado envolve desde o uso de citações referentes a eventos de sua época até os mais intricados conflitos da condição humana. É capaz de retratar desde relações implicitamente homossexuais e homoerótico, como no conto "Pílades e Orestes", até temas mais complexos e explícitos como a escravidão sob o ponto de vista cínico do senhor de escravos, sempre criticando-o de forma oblíqua. Sobre a escravidão, Machado de Assis já havia tido uma experiência familiar, quer por seus avós paternos terem sido escravos, quer porque lia os jornais com anúncios de escravos fugitivos. Em seu tempo, a literatura que denunciava crenças etnocêntricas que posicionavam os negros no último grau da escala social era distorcida ou tolhida, de modo que este tema encontra uma grande expressividade na obra do autor. A começar, as Memórias póstumas de Brás Cubas narra o que seria uma das páginas de ficção mais perturbadoras já escritas sobre a psicologia do escravismo: o negro liberto compra seu próprio escravo para tirar sua desforra.

CRÍTICA
Em sua História da Literatura Brasileira, José Verissimo dedica-se a um capítulo inteiro para tratar de Machado de Assis e lhe separa duas fases de sua obra: uma ligada à escola romântica (ou aos convencionalismos da época) e outra realista. Os romances da primeira fase seriam Ressureição (1872), A mão e a Luva (1874), Helena (1876), Iaiá garcia (1878), enquanto que os da segunda seriam todos os outros restantes de sua carreira, Memória Póstumas de Brás Cubas (1881), Quincas Borbas (1891), Dom Casmurro (1899), Esaú e Jacó (1904) e Memorial de Aeris (1908), pertencentes ao Realismo. Embora esta divisão seja ortodoxa entre os acadêmicos, o próprio Machado escrevera numa apresentação de uma reedição de Helena que este romance e os outros de sua fase "romanesca" possuíam um "eco de mocidade e fé ingênua."

O Alienista - Machado de Assis.

Resumo
 
O doutor Simão Bacamarte, nomeado cientista, monta um hospício chamado de Casa Verde, em Itaguaí. La ele pretente separar o reino da loucura do reino do perfeito juízo, porém uma confusão ocorre e ambos se misturam, o que aborrece o doutor e o obriga a descobriri de fato o que é a realidade em meio áquele emaranhado de loucura.
Assim, quelquer desvio do que era o comportamento médio era objeto de internação.
No início este projeto é bem recebido pela população de Itaguaí, mas isto muda quando o doutor começa a internar pessoas cuja loucura não é identificada por ela.
O barbeiro Porfírio lidera uma rebelião contra o hospício que é sufocada.
Numa primeira etapa, são internados os que, embora manifestassem hábitos ou atitudes discutíveis, eram tolerados pela sociedade: os politicamente volúveis, os sem opiniões próprias, os mentirosos, os falastrões, os poetas que viviam escrevendo versos empolados, os vaidosos, etc.
Para pasmo geral dos habitantes de ltaguaí, Simão Bacamarte, um dia, solta todos os recolhidos no hospício e adota critérios inversos para a caracterização da loucura: os loucos agora são os leais, os justos, os honestos etc.
A terapêutica para esses casos de loucura consistia em fazer desaparecer de seus pacientes as “virtudes”, o que o Dr. Simão Bacamarte consegue com certa facilidade. Declara curados todos os loucos, solta-os todos e, reconhecendo-se como o único louco irremediável, o médico tranca-se na Casa Verde, onde morre alguns meses depois.

Temática do Livro

A loucura é o tema deste livro em que o autor satiriza a crença nos poderes ilimitados da ciência.

Comentário Sobre a Temática

Eu achei a temática do livro bem interessante, porque O Dr. Simão começa a internar pacientes alegando que eles são loucos, mais no fim do livro ele reconheçe que o único louco, era ele e se condenou a própia internação... E acabou morrendo alguns dias ( meses depois )...

Nome: Alexander Mauricio        N° 02         Turma: 2006

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Gabriella - O Alienista

Temática do Livro:A loucura é o tema deste livro em que o autor satiriza a crença nos poderes ilimitados da ciência.

Comentário Sobre a Temática:

Eu achei a temática do livro bem interessante, porque O Dr. Simão começa a internar pacientes alegando que eles são loucos, mais no fim do livro ele reconheçe que o único louco, era ele e se condenou a própia internação... E acabou morrendo alguns dias ( meses depois )...

O Alienista - Thaís Leal

Temática do Livro:
A loucura é o tema deste livro em que o autor satiriza a crença nos poderes ilimitados da ciência.

Comentário Sobre a Temática:

Eu achei a temática do livro bem interessante, porque O Dr. Simão começa a internar pacientes alegando que eles são loucos, mais no fim do livro ele reconheçe que o único louco, era ele e se condenou a própia internação... E acabou morrendo alguns dias ( meses depois )...

O Alienista - Resumo - Thaís Leal

Simão Bacamarte é o protagonista, médico conceituado em Portugal e na Espanha, decide enveredar-se pelo campo da psiquiatria e inicia um estudo sobre a loucura e seus graus, classificando-os. Funda a Casa Verde, um hospício na vila de Itaguaí e abastece-o de cobais humanas. Passa a internar todas as pessoas da cidade que ele julgue loucas; o vaidoso, o bajulador, a supersticiosa, a indecisa etc. Costa, rapaz pródigo que dissipou seus bens em empréstimos infelizes, foi preso por mentecapto. A tia de Costa que intercedeu pelo sobrinho também foi trancafiada. O mesmo acontece com o poeta Martim Brito, amante das metáforas, internado por que se referiu ao Marquês de Pombal como o dragão aspérrimo do Nada. Nem D. Evarista, esposa do Alienista escapou: indecisa entre ir a uma festa com o colar de granada ou o de safira. O boticário,os inocentes aficcionados em enigmas e charadas, todos eram loucos. No começo a vila de Itaguaí aplaudiu a atuação do Alienista, mas os exageros de Simão Bacamarte ocasionaram um motim popular, a rebelião das cnajicas, liderados pelo ambicioso barbeiro Porfírio. Potf´rio acaba vitorioso mas em seguida compreende a necessidade da Casa Verde e alia-se a Simão Bacamarte. Há uma intervenção militar e os revoltosos são trancafiados no hospício eo alienista recupera seu pretígio. Entrtanto Simão Bacamarte chega á conclusão de que quatro quintos da população internad eram casos a repensar. Inverte o critério de reclusão psiquiátrico e recolhe a minoria: os simples, os leais, os desprendidos e os sinceros.
O alienista contudo, imbuído de seu rigor científico percebe que os germes do desequilíbrio prosperam porque já estavem latentes em todos. Analisando bem, Bacamarte verifica que ele próprio é o único sadio e reto. Por isso o sábio internou-se no casarão da Casa Verde, onde morreu dezessete meses depois, apesar do boato de que ele seria o único louco de Itaguaí, recebeu honras póstumas.   

Crítica - Evellin

 A temática do livro bem interessante, porque O Dr. Simão começa a internar pacientes alegando que eles são loucos, mais no fim do livro ele reconheçe que o único louco, era ele e se condenou a própia internação... E acabou morrendo alguns dias ( meses depois )...

Temática - Evellin

A loucura é a temática deste livro, onde  conduz o leitor a uma eterna reflexão sobre os limites entre a insanidade e a razão; o poder da palavra, a loucura da ciência e as relações estabelecidas na sociedade do período. O texto questiona o poder das teorias científicas evolucionistas, positivistas e sócio-darwinistas trazidas da Europa que, naquele momento, indicariam as respostas para todos os males daquela civilização em busca do progresso.

Resumo - O Alienista - Evellin

Dr. Simão é um médico da Corte e protagonista da obra. Ao voltar a sua terra natal, Itaguaí, decide se aprofundar nos estudos da loucura fundando o manicômio Casa Verde para poder observar com tranquilidade os aspectos científicos da insanidade.
Com o tempo, o médico formula uma teoria baseada na abrangência da loucura, eliminado as delimitações entre comportamento normal e comportamento insano. Com isso, o médico passa a “encarcerar”, em seu manicômio, pessoas com comportamentos considerados, até então, normais pela sociedade. Vaidosos, demasiados corteses, agiotas, “maníacos” por oratória, e até mesmo sua esposa que nunca se decidia por qual jóia usar ao ir a um baile.
Devido à quantidade de internações e a natureza dos motivos, Porfírio, o barbeiro da cidade, lidera uma manifestação contra o manicômio, mas, corrompido pelo poder, firma acordo com o Dr. Bacamarte. Essa traição dá inicio a uma nova revolta comandada por outro barbeiro, o João Pina, que, devido à “intromissão” militar, não consegue continuar com o levante.
O doutor prossegue com o trabalho e com o tempo deturpa completamente a noção de loucura e sanidade e passa a soltar os antigos internos e a prender pessoas com o perfeito equilíbrio mental.
Após algum tempo de internação, todos são liberados ao apresentar algum tipo de desequilíbrio, demonstrando estarem totalmente curados.
Inconformado com a falta de conclusão no estudo, pois acredita que não houve cura alguma, apenas desequilíbrios emocionais pré-existentes foram externados, decide se internar na Casa Verde, tornando-se médico e paciente.
Depois de alguns meses, o médico e louco morre sozinho.

O Alienista

Simão Bacamarte, o grande médico, escolheu Itaguaí para seu universo, preterindo os grandes centros do saber europeu. Radicando-se na terra natal, ele se casa com uma viúva de limitados dotes físicos, em quem o médico vira os atributos de saúde necessários para lhe dar uma prole saudável... Dona Evarista frustra as previsões e não lhe dá filhos...
Doutor Bacamarte elegeu para suas atenções científicas o recanto psíquico e resolveu solicitar à Câmara de Itaguaí permissão para instalar na cidade uma casa de orates. A Câmara votou o imposto necessário, para financiar o tratamento dos necessitados, e a Casa Verde, assim chamada pela cor de suas janelas, foi inaugurada com muita pompa.
Os primeiros alienados começaram a povoar o hospício... No início, poucos; depois, em número maior. Dona Evarista sentiu-se preterida, e o sábio marido enxergou-lhe a dor... Compensou-lhe com uma viagem ao Rio de Janeiro... e Bacamarte continuou seus estudos, sua dedicação aos loucos que afluíam à Casa Verde.
Crispim Soares, o boticário, era amigo e confidente do alienista. Certa feita, o doutor o mandou chamar. Crispim, cuja mulher viajara com d. Evarista, ficou preocupadíssimo e correu à Casa Verde. Simão lhe confidenciara algo mais importante: trata-se de uma experiência, mas uma experiência que vai mudar a face da terra. A loucura, objeto dos meus estudos, era até agora uma ilha perdida no oceano da razão; começo a suspeitar que é um continente.
O padre Lopes, a quem o alienista também expôs a nova teoria, ponderou que os limites entre a razão e a loucura estavam bem delimitados.
A partir daí, instala-se o terror na cidade. A população assistiu, pasmada, ao recolhimento de Costa. Justamente ele, uma pessoa tão querida... Seu defeito era dissipar a herança recebida de um tio. Um louco perfeito!, segundo a teoria em prática. Uma prima do Costa foi interceder por ele. E a pobre senhora, feita a defesa, acabou sendo recolhida à Casa Verdade. Foi a última pessoa que intercedeu por Costa. Muitos outros seriam recolhidos...
Pobre Mateus! Ficara rico com albardas e construiu uma casa suntuosa, cuja beleza vivia contemplando. Além disso, gostava de que o contemplassem, quando ficava à janela de sua casa. Foi recolhido!! Literalmente, implantou-se o terror. Um médico sem clínica chamou a Casa Verde de cárcere privado, e a opinião pegou e espalhou rapidamente.
Esperava-se ansiosamente por d. Evarista, na esperança de que ela minimizasse a fúria da ciência. Ledo engano!... Martim Brito fez um discurso em homenagem à ilustre dama, enfatizando, que, na criação dos homens, Deus quis vencer a Deus e criou d. Evarista. O alienista viu ali um caso típico de lesão cerebral, e o moço foi recolhido...
A essa altura, Bacamarte era considerado um déspota. A rebelião era iminente. Lideradas pelo barbeiro Porfírio, cerca de trinta pessoas levaram uma representação à câmara, que negou qualquer interferência em assunto de natureza científica.
Os revoltosos partem para Casa Verde, com a intenção de destruí-la.
Simão Bacamarte, sereno e eloqüente, dissertou sobre a seriedade da ciência , enfatizando que seus atos só seriam explicados aos mestres e a Deus, jamais a leigos ou a rebeldes. A eloqüência do alienista arrefeceu os ânimos, mas o barbeiro conseguiu manter o estado de exaltação. Chega o regimento dos dragões para preservar a legalidade.
Contrariando as expectativas, Porfírio procurou uma conciliação com a ciência. Conversou com o alienista e solicitou um alvitre intermediário capaz de sossegar a população. Cinco dias depois, vários aclamadores do novo governo foram trancados na Casa Verde. Outro barbeiro, João de Pina, denunciava que Porfírio havia se vendido ao ouro de Simão Bacamarte.
João de Pina assume o poder, mas o governo do vice-reino mandou reforços que restabeleceram a antiga ordem em Itaguaí. A Casa Verde, novamente sob a proteção do poder instituído, continuou abrigando os loucos de Itaguaí. Desta festa, o barbeiro Porfírio, Crispim Soares, overeador Sebastião de Freitas e tantos outros foram recolhidos ao hospício.
Tudo era loucura. Até mesmo d. Evarista, em quem o alienista enxergara uma certa mania suntuária, fora recolhida ao hospício.
Certo dia, a população ficou assombrada. O alienista oficiara à câmara que os loucos iam ser libertados. Ele concluíra que quatro quintos da população estavam alojados na Casa Verde.
Concluía o alienista que o normal e exemplar era o desequilíbrio e que se deveriam considerar como patológicos os casos em que houvesse equilíbrio ininterrupto das faculdades mentais. Houve muitas festas para comemorar o retorno dos antigos reclusos.
Passaram-se cinco meses e a Casa Verde alojava umas dezoito pessoas. Eram poucos os loucos, o que confirmava a nova teoria... O médico não afrouxava.
Nessa nova fase, as curas foram pasmosas, segundo registram os cronistas. Os loucos eram agrupados em classes, segundo a perfeição moral predominante


                                                                   Temática
O livro é baseado na pesquisa de Simão Bacamarte a pesquisa da mente humana a descoberta da loucura humana da sanidade mental o estudo sobre a razão e a loucura hoje em dia isso faz parte dos estudos dos psiquiatra e até hoje a mente humana é um misterio.
                                                                                                                                      Thayná Toledo.

Crítica - Adrianne Veríssimo

Em O alienista o escritor nos propõe o problema da fixação de fronteiras entre o normal e o anormal da mente humana. Traçando uma linha rígida de procedimento profissional, o médico Simão Bacamarte aparece como símbolo de uma ciência fria, toda baseada na razão, fechada e sem frestas para a intuição ou a poesia, como caminho de conhecimento.

Temática - Adrianne Veríssimo

A loucura é a temática deste livro, onde  conduz o leitor a uma eterna reflexão sobre os limites entre a insanidade e a razão; o poder da palavra, a loucura da ciência e as relações estabelecidas na sociedade do período. O texto questiona o poder das teorias científicas evolucionistas, positivistas e sócio-darwinistas trazidas da Europa que, naquele momento, indicariam as respostas para todos os males daquela civilização em busca do progresso.

Resumo da Obra O Alienista - Adrianne Veríssimo

O doutor Simão Bacamarte, nomeado cientista, monta um hospício chamado de Casa Verde, em Itaguaí. La ele pretente separar o reino da loucura do reino do perfeito juízo, porém uma confusão ocorre e ambos se misturam, o que aborrece o doutor e o obriga a descobriri de fato o que é a realidade em meio áquele emaranhado de loucura.
Assim, quelquer desvio do que era o comportamento médio era objeto de internação.
No início este projeto é bem recebido pela população de Itaguaí, mas isto muda quando o doutor começa a internar pessoas cuja loucura não é identificada por ela.
O barbeiro Porfírio lidera uma rebelião contra o hospício que é sufocada.
Numa primeira etapa, são internados os que, embora manifestassem hábitos ou atitudes discutíveis, eram tolerados pela sociedade: os politicamente volúveis, os sem opiniões próprias, os mentirosos, os falastrões, os poetas que viviam escrevendo versos empolados, os vaidosos, etc.
Para pasmo geral dos habitantes de ltaguaí, Simão Bacamarte, um dia, solta todos os recolhidos no hospício e adota critérios inversos para a caracterização da loucura: os loucos agora são os leais, os justos, os honestos etc.
A terapêutica para esses casos de loucura consistia em fazer desaparecer de seus pacientes as “virtudes”, o que o Dr. Simão Bacamarte consegue com certa facilidade. Declara curados todos os loucos, solta-os todos e, reconhecendo-se como o único louco irremediável, o médico tranca-se na Casa Verde, onde morre alguns meses depois.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

O Alienista: Resumo
Machado de Assis.
 
O doutor Simão Bacamarte, nomeado cientista, monta um hospício chamado de Casa Verde, em Itaguaí. La ele pretente separar o reino da loucura do reino do perfeito juízo, porém uma confusão ocorre e ambos se misturam, o que aborrece o doutor e o obriga a descobriri de fato o que é a realidade em meio áquele emaranhado de loucura.
Assim, quelquer desvio do que era o comportamento médio era objeto de internação.
No início este projeto é bem recebido pela população de Itaguaí, mas isto muda quando o doutor começa a internar pessoas cuja loucura não é identificada por ela.
O barbeiro Porfírio lidera uma rebelião contra o hospício que é sufocada.
Numa primeira etapa, são internados os que, embora manifestassem hábitos ou atitudes discutíveis, eram tolerados pela sociedade: os politicamente volúveis, os sem opiniões próprias, os mentirosos, os falastrões, os poetas que viviam escrevendo versos empolados, os vaidosos, etc.
Para pasmo geral dos habitantes de ltaguaí, Simão Bacamarte, um dia, solta todos os recolhidos no hospício e adota critérios inversos para a caracterização da loucura: os loucos agora são os leais, os justos, os honestos etc.
A terapêutica para esses casos de loucura consistia em fazer desaparecer de seus pacientes as “virtudes”, o que o Dr. Simão Bacamarte consegue com certa facilidade. Declara curados todos os loucos, solta-os todos e, reconhecendo-se como o único louco irremediável, o médico tranca-se na Casa Verde, onde morre alguns meses depois.

Temática do Livro:

A loucura é o tema deste livro em que o autor satiriza a crença nos poderes ilimitados da ciência.

Comentário Sobre a Temática:

Eu achei a temática do livro bem interessante, porque O Dr. Simão começa a internar pacientes alegando que eles são loucos, mais no fim do livro ele reconheçe que o único louco, era ele e se condenou a própia internação... E acabou morrendo alguns dias ( meses depois )...



Aluno: Luan Moreira Fernandes
Turma: 2006
nº: 26